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Desde o começo de nossa coluna foi dada muita importância a grande capacidade das células-tronco se multiplicarem de forma heterogênea e gerando uma célula de capacidade específica para o tecido lesionado e uma célula-tronco mesênquima durante a mesma bipartição. Outro ponto importante sempre foi o efeito parácrino e a atuação dos MirRna atuando diretamente na regulação celular, estimulando, diminuindo, ou inibindo a produção de partículas nas células e, com isso, alterando positivamente as células alvo em sua recuperação.

Os MirRnas hoje são fontes importantes de estudos e de grande importância nos tratamentos, diagnóstico precoce e até produção de fármacos com (droga de ácido nucleico) para diversas doenças em todo mundo e muito difundido para os humanos.

Algumas matérias são mais voltadas ao sensacionalismo, contudo, trazem muitos focos da aplicação de células-tronco em tratamentos, como a Revista Galileu que publicou em 16/07/23, uma matéria com o título: “Pesquisas com células-tronco avançam no mundo – e Brasil é destaque” e logo seu primeiro parágrafo é: “De HIV a cura da calvície, as células-tronco estão se tornando uma importante ferramenta para a medicina regenerativa – e a ciência brasileira tem destaque nessa nova corrida”.

Independente da forma abordada, que muitas vezes afasta os colegas médico-veterinários de querer ter uma equipe especializada com parceira nos tratamentos, a matéria mostra de forma muito importante o tratamento de pacientes com HIV, associado a linfoma e que conseguiram remissão completa após a terapia com células-tronco de doadores.

Voltando aos MicroRNAs, ou MirRnas, vale lembrar que: “MicroRNAS (miRNAs) são RNAs não codificantes endógenos com funções reguladoras encontradas em eucariotos, com tamanho de cerca de 20-25 nucleotídeos. Os miRNAs maduros são produzidos por uma série de cisalhamento de nuclease e processamento de transcritos primários mais longos, e então montados em complexos de silenciamento induzidos por RNA. Os miRNAs reconhecem o mRNA alvo por emparelhamento complementar de bases e orientam o complexo silenciador para degradar o mRNA alvo ou inibir a tradução do mRNA alvo de acordo com o grau de complementaridade”.