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Hoje em dia, podemos perceber uma mudança na nutrição de pequenos animais da alimentação industrial para a alimentação natural. Mesmo as fabricantes de alimentos para pets estão usando com maior frequência produtos naturais e técnicas ditas “verdes”- que agridem cada vez menos o meio ambiente.

Neste mercado atual, podemos achar até ração vegetariana para suprir o novo tipo de consumidor em um nicho de mercado, que aumenta a cada dia exponencialmente.

Uma das últimas novidades na nutrição é o uso de proteínas sintetizadas, a chamada “carne” produzida em laboratório. Na Inglaterra já foi lançada esse alimento que tem ocupado um expressivo espaço no mercado, e um dos motivos será por não envolver o sofrimento no abate dos animais, assunto em ascensão nas pautas mundiais do meio ambiente.

Se analisarmos, baseado nos preceitos da medicina tradicional chinesa, é isso que a dietética chinesa prega.

Quanto mais natural, mais ligado a natureza – quanto mais simples, melhor para que sirva de combustível para o organismo, produzindo menos resíduos tóxicos para este e com isso, menos doenças.

A qualidade da matéria-prima, envolvendo os conceitos ocidentais de proteínas, carboidratos, fibras e outros (que podemos comparar ao que os chineses chamam de Yin do alimento) é de suma importância na formação estrutural do processo digestório e da obtenção de substâncias para desenvolvimento e manutenção da vida e para viver bem.

Mas como sabemos, não é somente de Yin que o universo se compõe. O Yang é o outro lado que equilibra e sustenta o Yin, fazendo uma inter-relação.

O Yang seria a parte quântica do processo relacionado a onda, energia, enquanto o Yin se relaciona à partícula, matéria.

No Yang temos as energias etéricas que compõem e se manifestam no Yin da matéria. O Yang, em especial nos sistemas orgânicos, se refere ao pensamento, a capacidade de interagir com o ambiente e dessa forma, ter um processo de vida estável e equilibrado.

O sofrimento do animal quando é abatido, produz um imprint no alimento. Como cada vez mais o animal se aproxima energeticamente do ser humano, inclusive da sua sensibilidade energética, acaba sendo um fator de evolução da alimentação, quando os chineses propõem usar alimentos equilibrados e com menos influência de energias negativas, inclusive considerando as energias dos sentimentos e dos pensamentos.

Tendo em vista a estrutura primitiva que se relacionava ao carnivorismo e mais recentemente, onivorismo, os cães e gatos necessitavam da proteína animal. Estão adaptados e necessitam muito da energia da carne, da caça.

Mas como sabemos, na medicina chinesa tudo pode ser relativo (única lei imutável do Tao te King, de Lao Tsu, “tudo muda), o animal que está próximo da energia e das necessidades dos humanos, que cada vez mais, necessita menos dos componentes físico e energético da carne, poderão gradativamente necessitar de uma menor quantidade de alimentos à base de proteína animal em um momento futuro.

Isso tudo, dentro do conceito do equilíbrio da matéria e energia, do Yin e do Yang, conceito milenar da medicina tradicional chinesa, que pode ser encaixado plenamente dentro da chamada nova física (ou física moderna), precisamente na física quântica, que se baseia na interação das energias e da matéria com o ambiente. Uma medicina quântica, moderna e atual, evoluída nos conceitos mais recentes da ciência.